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LETRA

Quando o sapato aperta
E a dor acerta no coração
Entra rasgando o peito
E deixa o sujeito na solidão

Só porque eu gosto dela
Eu molho a goela pra não chorar
E fico na zoeira
A noite inteira, eu fecho o bar

E fico na zoeira
A noite inteira, pra não chorar
E eu bebo tudo que o garçom coloca na mesa

Eu bebo pinga, bebo cerveja
E o que pintar no pedaço eu quero
Quanto mais eu bebo mais eu fico preso
Nessa enrascada

Por desamor da mulher amada
Passo da conta e me desespero
Ai... endoidei de vez
G
Se ela não voltar
Desse botequim vou virar freguês
Ai... endoidei de vez
Se ela não voltar
Desse botequim vou virar freguês

Quando o sapato aperta
E a dor acerta no coração
Entra rasgando o peito
E deixa o sujeito na solidão
Só porque eu gosto dela

Eu molho a goela pra não chorar
E fico na zoeira
A noite inteira, eu fecho o bar
E fico na zoeira
A noite inteira, pra não chorar

E eu bebo tudo que o garçom coloca na mesa
Eu bebo pinga, bebo cerveja
E o que pintar no pedaço eu quero
Quanto mais eu bebo mais eu fico preso
Nessa enrascada

Por desamor da mulher amada
Passo da conta e me desespero
Ai... endoidei de vez
Se ela não voltar

Desse botequim vou virar freguês
Ai... endoidei de vez
Se ela não voltar
Desse botequim vou virar freguês
Se ela não voltar
Desse botequim vou virar freguês