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LETRA

Escucho un comentario de todos mis amigos
Que me hallan diferente, que estoy tan destruido
Que pena soy la sombra, soy un desconocido
Que a veces ni respondo, que yo no soy el mismo

Y todos siempre piensam saber más de la cuenta
Lo sienten, lo conversan y de ello se alimentan
Mientras que la sangre aquí en mi corazón
Va subiendo arriba la temperatura
Mientras mi loucura va con tu cordura
Mientras yo te extrañe, yo te sienta, yo te ame

Yo intento, pero nunca salgo del abismo
Y todo queda en nada
Mis gritos hacen eco al fondo de la nada
Mientras mi cuerpo, mientras mi cuerpo, se resiste al caer
Yo no te olvido mujer

Quizá yo le pido al amor demasiado
Quizá por excesso y demás he pecado
Quizá por costumbre, tal vez por temores
No sé porque si, no sé si hay razón

Quizá por demencia, piedad o clemencia
Quizá por amarte, por necessitarte
Quizá porque lejos de ti es demasiado
Quizá porque todas mis necessidades, las tengo de ti
Mientras yo te ame

Yo intento, pero nunca salgo del abismo
Y todo queda en nada
Mis gritos hacen eco al fondo de la nada
Mientras mi cuerpo, mientras mi cuerpo, se resiste al caer
Yo no te olvido muje

Y yo aquí muriendo y tú como si nada
Pero la razón me vuelve a controlar
Y dentro de mí es el dolor que habla
Que conversa a solas con mi soledad

Vienes, te apareces y te veo
Y es que aquí no pasa el tiempo, ah ah ah ah ah
Y yo muriendo

Yo intento, pero nunca salgo del abismo
Y todo queda en nada
Mis gritos hacen eco al fondo de la nada
Mientras mi cuerpo, mientras mi cuerpo, se resiste al caer
Yo no te olvido muje

TRADUÇÃO

[E tudo resulta em nada]

Ouço um comentário de todos os meus amigos
Me acham diferente, estou tão destruído
Que pena. Sou a sombra, sou um desconhecido
Às vezes nem respondo, eu não sou o mesmo

E todos sempre julgam saber mais da conta
Sentem muito, conversam e disto se alimentam
Enquanto o sangue aqui no meu coração
Vai subindo, acima da temperatura
Enquanto minha loucura se une com tua sensatez
Enquanto eu sinta saudades, eu te sinta, eu te ame

Eu tento, mas nunca saio do abismo
E tudo resulta em nada
Meus gritos ecoam no fundo do nada
Enquanto meu corpo, enquanto meu corpo, resiste à queda
Eu não te esqueço, mulher

Talvez eu peça muito ao amor
Talvez por excesso e por ter pecado demais
Talvez por costume, talvez por receios
Não sei por que, não sei se há razão

Talvez por demência, piedade ou clemência
Talvez por amar-te, por precisar de você
Talvez porque longe de ti é demais
Talvez porque todas minhas necessidades estão em você
Enquanto eu te amei

Eu tento, mas nunca saio do abismo
E tudo resulta em nada
Meus gritos ecoam no fundo do nada
Enquanto meu corpo, enquanto meu corpo, resiste à queda
Eu não te esqueço, mulher

E eu aqui morrendo e você ignora
Mas a razão me controla novamente
E dentro de mim é a dor quem fala
Quem conversa a sós com minha solidão

Você vem, desaparece, te vejo
É que aqui o tempo não passa
E eu morrendo

Eu tento, mas nunca saio do abismo
E tudo resulta em nada
Meus gritos ecoam no fundo do nada
Enquanto meu corpo, enquanto meu corpo, resiste à queda
Eu não te esqueço, mulher