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LETRA

Quiero volver a ser quién te amaba
Como un juego de niños
Volver al verde de tu mirada
Secar la pena que hoy nos cala
Quisiera amanecer como antes, desnudo contigo
Curando el amor
Rompiendo el reloj a golpe de calor y frío

Y respirar lo que nos quede
Bailaremos nuestro tango en el salón
Si te atreves... (no me sueltes)

Prometo, que no pasarán los años
Arrancaré del calendario las despedidas grises
Los días más felices no han llegado
Te prometo olvidar mis cicatrices
Devolver lo que he robado
A tus dos ojos tristes
Te prometo que nos mudaremos pronto
del fracaso y desconcierto a la calle del silencio
Te prometo que vamos a volvernos, eternos

Me voy a desprender, de una vez
De mis montañas de arena, de acantilados
De mis días pesados
Mis naufragios ya no valen la pena

Me voy a desprender de todo aquel
Que no nos mire de frente
De los poetas de palabra hueca
Del ruido que ahogue tu canción favorita de amor

Respirar lo que nos quede
Bailaremos nuestro tango en el salón
Si te atreves no me sueltes

Prometo, que no pasarán los años
Arrancaré del calendario las despedidas grises
Los días más felices no han llegado
Te prometo olvidar mis cicatrices
Devolver lo que he robado
A tus dos ojos tristes
Te prometo que nos mudaremos
Pronto del fracaso y desconcierto
a la calle del silencio
Te prometo que vamos a volvernos

Quiero un bosque, un agujero en la noche
Una pausa en medio de todo el desorden
Quiero un combate de besos sin amarres
Quiero un lienzo para hacer
de colores tus lunares
Hoy saldremos en las noticias de la tarde
Por haber sabido amarnos ilesos del desastre
Cuando no ha sabido nadie

Prometo, que no pasarán los años
Y arrancaré del calendario las despedidas grises
Los días más felices no han llegado
Te prometo olvidar mis cicatrices
Y devolver lo que he robado
A tus dos ojos tristes
Te prometo que nos mudaremos
Pronto del fracaso y desconcierto
A la calle del silencio
Te prometo que vamos a volvernos eternos
Eternos

TRADUÇÃO

[Prometo]

Quero voltar a ser quem te amava
Como um jogo de crianças
Voltar ao verde do teu olhar
Secar a pena que hoje nos cala
Quero amanhecer como antes, nu contigo
Curando o amor
Quebrando o relógio ao golpe do calor e do frio

E respirar o que nos resta
Dançaremos o nosso tango no salão
Se você tiver coragem... (não me solte)

Prometo, que os anos não passarão
Arrancarei do calendário as despedidas cinzas
Os dias mais felizes que não chegaram
Te prometo olvidar minhas cicatrizes
Devolver o que te roubaram
Aos teus olhos tristes
Te prometo que mudaremos logo
Do fracasso e da desordem dessa rua do silêncio
Te prometo que vamos nos tornar, eternos

Vou me desprender, de uma vez
De minhas montanhas de areia, dos penhascos
De meus dias passados
Meus naufrágios já não valem a pena

Vou me desprender de todo aquele
Que não nos olhem de frente
Dos poetas de palavras vazias
Do barulho que afogue tua canção favorita

E respirar o que nos resta
Dançaremos o nosso tango no salão
Se você tiver coragem, não me solte

Prometo, que os anos não passarão
Arrancarei do calendário as despedidas cinzas
Os dias mais felizes que não chegaram
Te prometo olvidar minhas cicatrizes
Devolver o que te roubaram
Aos teus olhos tristes
Te prometo que mudaremos logo
Do fracasso e da desordem
dessa rua do silêncio
Te prometo que vamos nos tornar

Quero um bosque, um buraco na noite
Uma pausa em meio a toda desordem
Quero um combate de beijos sem amarras
Quero uma tela para pintar
de cores as tuas marcas
Hoje sairemos nas notícias da tarde
Por sabermos nos amar ilesos do desastre
Quando ninguém mais soube

Prometo, que os anos não passarão
Arrancarei do calendário as despedidas cinzas
Os dias mais felizes que não chegaram
Te prometo olvidar minhas cicatrizes
Devolver o que te roubaram
Aos teus olhos tristes
Te prometo que mudaremos logo
Do fracasso e da desordem
dessa rua do silêncio
Te prometo que vamos nos tornar, eternos
Eternos