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LETRA

Cada vez caen por tierra más principios hay más guerras,
Cuántas veces vuestra madre no sabrá de que va
Dos chiquillas que se miran llenas de alegría
Que se prueban la chaqueta de papá,
Pero luego que deprisa crecerá su vida
Como un río desbordado y hablarán de amor en una esquina
¿Por qué no volverán?
Esa libertad,
Y esas carcajadas de los pocos años
¿Por qué no volverán?
No sé donde están
No sé donde están

Dos hermanas que conspiran como dos buenas amigas,
Son dos almas que jamás dividirán la realidad,
Que una nocha con la luna, que mala fortuna
Se sentían dos sirenas en el viento gritaban su pena

¿Por qué no volverán?
La complicidad,
Y las confesiones de contarse todo
¿Por qué no volverán?
No sé donde están

El recuerdo no consuela cuando trato de volver a verlas

¿Por qué no volverán?
Las canciones que
En la ducha yo cantaba a voz en grito
¿Por qué no volverán?
La felicidad
No sé donde está

TRADUÇÃO

[Por que não voltam?]
Cada vez caem por terra mais princípios, há mais guerras,
Quantas vezes sua mãe não sabe de que vai.
Duas crianças que se olham cheias de alegria,
Que provam a jaqueta do papai,
Mas logo que depressa crescerá sua vida,
Com um rio transbordando e falarão de amor numa esquina.
Por que não voltam?
Essa liberdade,
E essas gargalhadas dos poucos anos.
Por que não voltam?
Não sei onde estão,
Não sei onde estão.

Duas irmãs que conspiram como duas boas amigas,
São duas almas que jamais dividirão a realidade,
Que uma noite com a lua, que má sorte
Se ouviam duas sirenes no vento gritavam sua pena.

Por que não voltam?
A cumplicidade,
E as confissões de contar-se tudo.
Por que não voltam?
Não sei onde estão.

A recordação não consola quando trato de voltar a vê-las.

Por que não voltam?
As canções que
Na ducha eu cantava gritando.
Por que não voltam?
A felicidade
Não sei onde está.