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LETRA

Que faire de la terre qui ne tourne pas
Que faire de l'enfer, je n'y descends pas
Pour qui cette mer qui ne berce pas
Et puis l'éphémère, je n'y reste pas
Je me demandais si tu comprendrais
Mais comprendre quoi ?
Les mots, ça ne retient pas.
J'irai toujours là où c'est calme
J'irai toujours là où c'est droit
Où l'infini sera ma flamme
Mais ça, jamais tu ne le verras
C'etait pas toi
Je n'savais pas
Je n't'en veux pas
Pas plus qu'à moi
Que faire de nos guerres
Je n'y tomberai pas
Echec et mat hier, je n'y reviens pas
Apprendre et se taire
En casser parfois
Inspirer de l'air
Expirer de toi
Je me demandais
Si tu m'entendais
Mais entendre quoi
Les mots qui ne retiennent pas
J'irai toujours là où c'est calme
J'irai toujours là où c'est droit
Où mon honnêteté désarme
Ce que jamais tu ne comprendras
J'ai appris à travers ces larmes
Qu'il faut en aimer mieux que ça
Que les mensonges sont comme des lames
Qui tranchent et je n'y coupe pas
J'irai toujours là où c'est calme
J'irai toujours là où c'est droit
Où l'infini sera ma flamme
Mais ça, jamais tu ne le verras
C'etait pas toi
Je n'savais pas
Je ne le savais pas
Mais je n't'en veux pas
Pas plus qu'à moi
Que faire de...
Aimer déjà

TRADUÇÃO

O que fazer da Terra que não gira?
O que fazer do inferno? Eu não desço até ele...
Para quem é este mar que não se acalma?
E ante ao efêmero, eu não fico...

Eu me perguntava se você entenderia...
Mas entender o que?
As palavras... elas não param...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde minha honestidade se desarme...
aquela que você nunca entenderá...

Eu aprendi através destas lágrimas que é preciso amar
mais do que isso...
E que as mentiras são como lâminas que cortam, mas eu
não me machuco mais...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde o infinito será minha chama
Mas isso, você nunca verá...
Pois não era você...
E eu não sabia...
Mas eu não guardo ressentimentos de você.....
não mais que de mim mesmo!

O que fazer das nossas guerras?
Eu não me renderei...
Ao cheque-mate do passado, eu não retornarei!

Aprender e se calar... se quebrando, às vezes...

Inspirar o ar.... expirar você...

Eu me perguntava se você ouviria...
Mas ouvir o que?
As palavras que não param...?

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde minha honestidade se desarme...
aquela que você nunca entenderá...

Eu aprendi através destas lágrimas que é preciso amar
mais do que isso...
E que as mentiras são como lâminas que cortam, mas eu
não me machuco mais...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde o infinito será minha chama
Mas isso, você nunca verá...
Pois não era você...
E eu não sabia...
Mas eu não guardo ressentimentos de você.....
não mais que de mim mesmo!

O que fazer...?
Amar já...